Lembra a si mesmo que é melhor estar na arena, pisoteado pelo touro, do que nas arquibancadas ou lá fora no estacionamento.– Steven Pressfield
Yo soy chilena. Mas, em vez de nascer em Santiago, como meus pais, ou no Sul, próximo dos lindos lagos, nasci em Arica, já ouviu falar? tudo bem, vamos em frente. Minha aventura no Brasil começou já aos 4 anos, quando minha família mudou-se para Ubatuba, no litoral de São Paulo. Minha lembrança mais marcante desses primeiros anos foi um episódio na escola: celebração do dia do índio. A professora havia pedido na véspera que cada aluno trouxesse um saco cheio de penas; faríamos uma linda roupa indígena de penas. Bem, eu não entendia português. Cheguei no dia seguinte com uma (única) simples pena. Fui a gozação da classe! Achei um absurdo: desde quando índio usa pena!? Bem, ao menos, os índios do chile não usavam... O resultado desta história é que tenho fobia de galináceos.
Após finalmente aprender português, formei-me em Comunicação Social (Relações Públicas) e, para ter certeza de que aprendi o idioma, cursei um ano e meio de Letras (português-inglês). Morei no Canadá, trabalhei na área comercial, em entediantes multinacionais americanas, e em uma empresa de telecomunicações na Inglaterra. Aprendi muito. Porém, todas as experiências foram bienais: nunca passei de 2 anos em cada uma dessas empresas. Foi então que encontrei a Atípico. E, pasmem: sou sócia há mais de 2 anos! A experiência tem sido maravilhosa. Difícil, muito difícil, mas, extremamente compensadora. Meu sentimento é mais ou menos como um momento do filme "300" (já assistiu?), quando Leônidas, ciente do seu destino fatal, grita a todos pulmões: Spartans: tonigh we dine in Hell!”
Nota: A Web já me proporcionou um sem número de possibilidades, informações e idéias que, nem em sonho, imaginei pra mim. Fazer parte da primeira década da Internet tem sido realmente excitante!