Se Henry Ford tivesse dado ouvidos a seus diretores, estaríamos até hoje dirigindo charretes melhores.- Brian Collins.
A dificuldade então não era mais tornar disponível uma mensagem para quem quisesse “ouvir”, mas, se fazer conhecer, se fazer notar de alguma forma. Como a maioria dos sites eram apenas lixo cibernético, os Diretórios de Busca foram a primeira tentativa de separar o joio do trigo. Logo em seguida, surgiram os primeiros sites com ferramentas de busca, cuja principal filosofia era permitir que o usuário digitasse uma frase de busca e entregar uma lista de resultados no menor tempo possível. Sites como Yahoo! e Altavista eram os melhores nesse tempo. Tudo ia bem, quando o Google inseriu uma nova forma de categorizar as informações, apresentando resultados norteados pela “relevância” que essas informações teriam para outros usuários da Web.
Você já deve ter ouvido falar do famoso “algorítimo do Google” (na verdade, um conjunto de instruções matemáticas que são modificadas constantemente). Bem, esse algorítimo tem a função de dar sentido lógico aos dados armazenados, determinando o que o Google chama de “relevância”. É dessa forma que o sistema de busca decide a ordem em que os resultados aparecem: pela pontuação que cada palavra-chave tem em relação a um determinado site. Otimizar um site para mecanismos de pesquisa significa tentar “agradar” à máquinas e o mundo das máquinas consiste de lógica programacional. Se existem 100 mil resultados para uma busca e você quer estar entre os 10 primeiros, conheça os “critérios” usados pelos sites e robôs de busca (cada um tem o seu próprio) e otimize seu site de acordo. Esse é o único caminho seguro para o sucesso de um site bem posicionado.